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Manifesto Este Sindicato não faz, nunca fez ou fará da agitação e propaganda um objectivo. São os Enfermeiros e a defesa dos seus interesses o que nos move. Lutámos com êxito pela extinção do Curso de Auxiliares de Enfermagem e a unificação do título. Fomos o motor da promoção entre 1975 e 1980. Iniciado este projecto, virámo-nos para as questões salariais e presidimos ao comité central da greve que em 1976, conseguiu com êxito o aumento de cinco letras no precário vencimento dos enfermeiros. Faltava reestruturar a Carreira em moldes actuais. Em 1981 viu a luz do dia a nova Carreira, através do Decreto-Lei 305/81 de 12 de Novembro, tendo por base o ante projecto por nós apresentado, que mereceu a concordância dos sindicatos que o quiseram subscrever. No Congresso Nacional de Enfermagem, a que presidimos e teve lugar no Coliseu do Porto, em 1985, fizemos a primeira proclamação pública da Ordem dos Enfermeiros, aprovada por unanimidade e aclamação pelos congressistas.
Esta é a diferença entre os que lutaram e lutam para a autonomia da enfermagem, para o seu reconhecimento enquanto corpo especial e os que a querem diminuir numa frente comum, onde, implicitamente perde a sua autonomia e carácter de corpo especial.Existimos porque os enfermeiros quiseram. Existiremos enquanto quiserem, para defender e dignificar a enfermagem.
Historial Não é tarefa fácil o resumir da história dos Enfermeiros em Portugal, mas tentamos trazer para aqui as marcas e as experiência que acreditamos terem sido as mais importantes na definição da Classe dos nossos dias. Claro que, volvido todo este tempo, não é fácil encontrar todos os indícios rapidamente, mas é um trabalho que estamos a levar a cabo e do qual este é o fruto. Fica a promessa de que cada a nossa história será cada vez mais bem contada. |
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