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Ministro da Saúde comediante criar PDF versão para impressão enviar por e-mail
25-Sep-2006

Pelos noticiários de ontem, 24 de Setembro 2006, ficámos a saber que não foi ele que inventou a pólvora. Tinham-nos dito que foram os chineses. Mais uma vez os chineses.

Mas não se trata de pólvora vulgar: trata-se de pólvora de incendiário para rebentar com serviços de urgência, para desta forma violenta os encerrar.


Segundo ele, foi buscar a dita aqui lado, presumimos à Espanha, pois se fosse mais longe não diria aqui ao lado, mas sim além, ao longe.

Para o nosso gosto está a recorrer muito aos Espanhóis para suprir as carências que vai criando no Sistema Nacional de Saúde (SNS).

Fecha a maternidade em Elvas e manda as mulheres parirem em terras de Espanha. Algumas estão-se nas tintas para o patriotismo e aproveitam para mandarem para a cidadania espanhola o fruto do seu ventre, como prova de desconfiança no futuro de Portugal livre e independente.

Se as crianças se queimarem vão tratar-se a Espanha; sempre fica mais barato do que montar um serviço desses cá e até podem aprender umas palavras em castelhano, como dizer ai, ui, etc.

O que foi para nós surpresa é ter ido buscar, aqui ao lado, (a Espanha) a pólvora para rebentar com as urgência que não enumerou, não vão os trabalhadores fugir à morte violenta prenunciada, ministerialmente. 

Segundo o suplemento do jornal ‘O Público’ intitulado oInimigoPúblico, do dia 23.09.06,  pode ler-se na página 6: «Contenção Orçamental – médicos nas urgências do interior substituídos por equipas de padres……….Já que não podemos cuidar dos corpos dos portugueses, devido à contenção orçamental, pelo menos poderemos tratar das suas almas corrompidas por dois governos do PSD, concluiu.».  

A equipa de dois enfermeiros e dois médicos passa a ser substituída «….. Por uma equipa de padres a tempo inteiro que se limitarão a darem a extrema-unção e os últimos sacramentos aos pacientes que chegarem….».    

Não desgostamos de ver o ministro como comediante de barrete vermelho apesar de não entendermos a coreografia é legítimo induzir que se vá oferecer a um grupo de forcados, para acabar eventualmente os seus dias entalado nos cornos de toiro de raça luso espanhola..


 
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