| O útil e a racionalidade do INEM. |
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| 26-Nov-2009 | |
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Li um comentário de um dos meus netos, no DE, acerca da crise do INEM. Um anónimo que dá mostras de saber mais dos problemas dos enfermeiros que têm viabilizado a parte útil e racional do INEM, que este ramo espúrio está a pretender denegrir, transformando o grupo de pessoas que viabilizaram o INEM, onde se destacam alguns enfermeiros excepcionais, num “bando” de malfeitores a abater que deve ser abatido. Quem é este anónimo? Não lhe vamos dar o prazer de o identificar, pois que renunciou à sua condição primeira. Mas podemos levantar um pouco a ponta do véu: Finge ser um TAE revanchista, à procura de protagonismo. Não é. Terá de ser procurado entre aqueles que estão bem informados acerca do que se passa no interior do INEM. Com acesso livre à administração do INEM, é capaz de saber qual a situação contratual dos que desistiram ou vão desistir do Instituto, sejam enfermeiros ou médicos. Só um grupo muito restrito de pessoas pode ter tão elevado grau de conhecimento. Excluído o Sr. Coronel Médico, por carência de perfil para este tipo de intervenção, restam-nos 2 ou, no máximo 3 pessoas, no interior do Instituto, detentores de tal informação que verteu no blog do DE, como resposta às justíssimas reacções dos enfermeiros, mormente os mais directamente interessados, mas salpicando todos os outros que continuam a querer ser enfermeiros. É pessoa que odeia os Enfermeiros e a Enfermagem e não pode ser TAE, embora se insinue, mas falta-lhe a ingenuidade do TAE. Dá mostras de padecer de desajustamentos graves como os daqueles que vieram para enfermeiro, com “e”, como transitários para outra profissão, mais ajustada ao seu perfil. Oscila entre o que escolheu como modo de vida e o que perdeu como enfermeiro e inveja nos colegas que deixou. Há destes exemplos, por aí. Neste caso concreto, o insultor dos enfermeiros, e não só, do INEM, parece-se com uma vassoura que vai limpar o INEM daquilo e daqueles que elegeu como o lixo do dito. Pelo que fica dito o AVÔ, como ele reconhece, já identificou o neto do ramo bastardo da família, porque só ele, como frustrado que é, seria capaz de conceber um INEM sem Enfermeiros, treinados e eficazes.A sua estultícia não o deixou perceber que o excessivo número de pormenores usado para caluniar os que fizeram do INEM o que ele e outros estão a pretender destruir, o identificaria sem dificuldade, tanto mais que é reincidente. São estes “Peterómanos”, que abusando do comprovado princípio científico de “Peter”, se rodeiam de outros garantidamente mais incompetentes do que eles, na senda da suprema incompetência que pensam atingir por essa via. Por isso os Enfermeiros os afligem tanto; Por essa razão apostam nos TAE e afins.Podem correr e saltar, pois sem Enfermeiros não há INEM! Podem montar um serviço de socorrismo, relativamente eficaz, mas que falha quando os motociclistas vestem o casaco ao contrário, correndo o risco de verem a cabeça virada para o lado dos botões, em caso de acidente. Já aconteceu.Convém lembrar a estes estultos, que só pensam as coisas segundo a sua estultícia, que são os enfermeiros que recebem as urgências, de todo o tipo, nos hospitais. São esses mesmos Enfermeiros que, perante o perigo real de receberem sinistrados, em más condições, nos hospitais, criaram o conceito da urgência pré-hospitalar, que outros perfilharam, com registo de patente e tudo o mais.Só esquecem, os que assim pensam, uma evidência: há coisas que só os Enfermeiros, pela sua natureza, são capazes de fazer, com eficácia. Os outros podem tentar imitá-los, mas com o risco de perder vidas não se deve fazer politiquice nem combate ao desemprego de potenciais curandeiros. Se querem prestar cuidados de enfermagem, pois é disso que se trata, vão tirar o curso de enfermagem ou retirem-se para avançarem os enfermeiros, muitos dos quais fora do seu meio, para darem lugar a curandeiros.O SIV (Suporte Imediato de Vida) exige os saberes teórico-práticos dos Enfermeiros. (Não confundir este SIV com o que o representante da OM da região Centro julgou ser Suporte Intermédio de Vida, que a sua “perspicácia” deixava antever não existir). Era o mesmo que dizia que um queimado, quando transportado de helicóptero, deve ser acompanhado por um médico. Mas se vier por transporte terrestre, já podia ser acompanhado por um enfermeiro. Toda esta gente está a abusar demasiado de evidente bondade dos enfermeiros e malham neles como em ferro frio.E de tão entretecidos com essas estratégias, nem reparam que os Enfermeiros estão a mudar. Cordiais Saudações Sindicais, |
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